sábado, 16 de fevereiro de 2013
Para que serve um CRA?
Os profissionais de Administração integram uma das poucas categorias que contam com conselhos representativos no Brasil. O modelo, que é replicado em praticamente todos os segmentos que contam com esse tipo de representação, é composto por um conselho federal e conselhos regionais nos estados, sendo possível esses últimos terem representações em diferentes cidades. Para muitos administradores, entretanto, principalmente os que acabaram de ingressar na profissão, a função dos conselhos não é muito clara: O que fazem? Para que servem? Por que existem?
Para esclarecer essas e outras dúvidas, o Administradores.com entrevistou o presidente do Conselho Regional de Administração de Santa Catarina (CRA-SC), Antônio Carlos de Souza, que fala sobre o papel da entidade, quais são suas principais frentes de atuação, como se relacionam com as instituições de ensino, entre outras coisas. Confira abaixo:
Administradores.com - Qual é o papel da entidade na sociedade atualmente? De que maneira contribui?
Antônio Carlos de Souza - Somos um órgão consultivo, orientador, disciplinador e fiscalizador do exercício da profissão do administrador, uma autarquia dotada de personalidade jurídica de direito público, com autonomia técnica, administrativa e financeira, que apoia, auxilia e defende os direitos dos administradores. Contribuímos garantindo o cumprimento da legislação da profissão do Administrador (Lei 4769/65 e Decreto 61.934/67).
Quais são as principais frentes de atuação de um CRA? A quem interessa a atuação do conselho?
A toda a comunidade, pois uma administração qualificada nas empresas garante ganhos econômicos e sociais e é um diferencial na gestão dos negócios. São obrigatoriamente registrados nos CRAs as empresas, entidades e escritórios técnicos que explorem, sob qualquer forma, atividades de administrador, que são definidas por lei, entre elas: empresas de consultoria (na área da Administração), empresas de locação de mão-de-obra; agências de empregos, administradoras de condomínios, administradoras de consórcios, cooperativas de trabalho, empresas de elaboração e aplicação de concursos públicos, empresas de pesquisas de mercado, factoring, holding, empresas que desenvolvem softwares em áreas privativas do administrador, administração de bens e valores, atividades de perícias técnicas administrativas e pareceres de viabilidade financeira e concessão de crédito.
Quanto às principais ações, temos a fiscalização, que atua preventivamente, orientando profissionais e empresas irregulares, e posteriormente autuando no caso de descumprimento da legislação vigente. E a informação, que é a melhor forma de prevenção. O CRA-SC também oferece benefícios, como aposentadoria, plano de saúde, descontos e convênios. Uma das nossas preocupações é encaminhar propostas para a melhoria das condições do exercício da profissão e fiscalizar a publicação de editais de empresas ou órgãos públicos que apresentem vagas com funções inerentes aos administradores.
No caso do CRA-SC, como vocês se relacionam com as instituições de ensino?
Buscamos estabelecer e manter uma relação com as IES para servir de apoio, principalmente, na hora de determinarem a matriz curricular dos cursos de Administração. Uma pesquisa recente realizada pelo CRA-SC revelou discrepâncias na formação dos administradores catarinenses. O conselho tem um representante em cada uma destas instituições de ensino para manter uma política de proximidade e mantém contato com os coordenadores do curso de Administração destas instituições. Nossa principal solicitação às IES é que o coordenador do curso seja bacharel em Administração e também esteja registrado no CRA-SC.
Você defende que devemos batalhar pela profissionalização da administração nas mais variadas esferas. Por quê?
Porque é o diferencial de competitividade na gestão empresarial, porque quando uma empresa é bem organizada administrativamente, por meio de bons gestores, garante a sua sobrevivência, promove o desenvolvimento econômico e social do seu município, da sua região, reduzindo as diferenças sociais, promovendo a inclusão social, a qualidade de vida e a preservação dos recursos naturais, pois temos um compromisso ético perante a sociedade. Defendemos a profissão para que os administradores tenham a garantia de que estarão atuando nas áreas para as quais tiveram formação adequada, e para que nenhum outro profissional possa, de forma irregular, exercer esse direito que é do administrador.
Divulgação
Fraude em classificação de risco de empresa pode virar crime
A classificação de risco é uma opinião sobre o risco relativo de alguém ou alguma instituição, com base na capacidade e na vontade de o devedor pagar o principal e o juro da dívida no prazo acordado. Essa análise, portanto, recai sobre a saúde financeira de empresas e países, por exemplo. Quanto menor o risco avaliado, menor é o custo para captação de recursos no mercado.
De acordo com a proposta, a pena para o crime de classificação de risco fraudulenta será de um a oito anos de reclusão, além de multa de até três vezes o valor do lucro obtido. O texto acrescenta o dispositivo à Lei 6.385/76, que já prevê as mesmas sanções para os casos de operações simuladas ou manobras fraudulentas em geral para manipulação do mercado de capitais.
Registro
O projeto estabelece ainda que toda agência de classificação de risco deverá ser registrada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) antes de funcionar no País. As empresas também deverão registrar na CVM cada classificação destinada à divulgação pública com antecedência mínima de cinco dias da data de publicação.
As agências ficarão responsáveis por garantir que seus funcionários não recebam recursos de qualquer pessoa jurídica a ser classificada. Além disso, as companhias de “rating” deverão divulgar todas as avaliações e classificações de risco realizadas, mesmo aquelas fornecidas por assinatura.
Eduardo da Fonte argumenta que as regras devem assegurar mais confiança ao mercado. “Após vários escândalos financeiro-contábeis, a necessidade de regulamentação e responsabilização das agências de classificação de risco ganhou força”, diz. O deputado lembra casos como o da Parmalat (empresa italiana de laticínios falida em 2003) e da Enron (gigante norte-americana do ramo de energia que pediu concordata em 2001), que foram classificadas com a melhor nota à véspera de suas falências, e do Banco Santos, que permaneceu avaliado com nota A até um dia após sua intervenção pelo Banco Central, em 2004.
Sanções
De acordo com o projeto, a CVM deverá cancelar o registro das agências de classificação de risco que descumprirem as novas regras. Além disso, aplicará outras sanções proporcionais à falta, que serão definidas em regulamente emitido pela comissão em até 60 dias da aprovação da nova lei.
Tanto a agência, quanto seus diretores, administradores e analistas responderão solidariamente pelos prejuízos eventualmente causados a terceiros na avaliação de risco.
Tramitação
A proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania antes de seguir para o Plenário.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Administrador/Marketing
Administrador de Marketing
Um administrador da área de Marketing atualmente deve ser totalmente multidisciplinar, seu setor pelo qual participa é responsável por maximizar os lucros de uma empresa, dando suporte em todos os setores com suas idéias e inovações. Muitas vezes para tirar uma empresa do buraco, um profissional de Marketing é buscado, pelo fato de ele ser dinâmico. O Marketing hoje começa ser aceito como algo bem acima da propaganda como alguns ainda acham, hoje ele é o diferencial para muitas empresas. Mesmo ainda que as vagas diretas de administrador de Marketing sejam escassas, ainda é possível sonhar com essa carreira. O porque seria que essa área está ligada com toda a empresa, então se você participa de um grau hierárquico mais abaixo poderá acumular uma bagagem de experiência e ao mesmo tempo melhorar seus conhecimentos com títulos de graduações, fazendo você ser visado pelas empresas.
Um profissional de Marketing, ou melhor, um Administrador de Marketing precisa estar sempre ligado em tudo, o mais atualizado, essa profissão exigi grande dedicação, não só em sua empresa, mas com uma visão por todo o universo em sua volta, principalmente voltado aos adversários, pois no momento que eles atacam vencendo sua estratégia, o administrador precisa voltar a fase estratégica e reformula-la, contando com a ajuda de todas as áreas e maximizando-as.
Para isso, ele precisa ser um bom leitor, para desenvolver sua mente para criar estratégias, aprender com os chamados “cases” de sucesso, inspirar-se com os melhores, ser atualizado, lendo notícias de todos os tipos, e escrever muito, desenvolvendo sua capacidade de se expressar, pois um cargo de chefia dentro da área de Marketing além de precisar se expressar muito bem pessoalmente, necessita de uma grande capacidade de expressão no papel, pois a partir dele muitos seguirão seu pensamento, e se houver falhas, a empresa toda pode sucumbir, se toda a responsabilidade estiver em suas costas.
E para chegarmos na competência de um bom Administrador de Marketing devemos somar:
Conhecimentos: Graduação, Atualização e especialização.
Habilidades: Expressão (grupal e escrita), Inovação, Negociação
Atitudes: Força de vontade, Ético, Dinâmico, Prestativo.
Isso é o básico para iniciar uma competência na área de Marketing.
Tudo isso é buscável, de acordo com suas atitudes, por isso é um dos fatores mais valorizados em uma empresa. Se você tem a atitude de buscar o que quer, habilidade e conhecimento poderão vir de sua luta. O importante é nunca desistir. E essa última frase é o que o Administrador de Marketing tem que tornar sua filosofia.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Agradecimentos
Olá meus alunos de Palmares,
Foi com grande alegria que iniciei a cadeira de introdução à Administração. Foi maravilhoso ver a diversidade de pensamentos que iremos observar. No conjunto da obra fiquei animado para o próximo encontro. Quanto aos slides estou postando novamente esta semana.Não vou esperar tantas "emoções" quanto ontem, mas no que precisarem de mim podem contar. Até lá!
Ementa e Bibliografia para pesquisa
Bibliografia:
Bibliografia Básica:
Maximiano, Antônio. Introdução à administração. São Paulo: Atlas, 2007.
Mintzberg, Henry. Criando organizações eficazes: estruturas em cinco configurações. São Paulo: Atlas, 1995.
Motta, Fernando. Teoria geral da administração. São Paulo: Pioneira Thompson Learning, 2006.
Bibliografia Complementar:
Oliveira, Djalma. Planejamento estratégico: conceitos, metodologia e práticas. São Paulo: Atlas, 1999.
Robbins, Stephen. Fundamentos de Administração: conceitos essenciais e aplicações. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
Stoner, James. Administração. Rio de Janeiro: Prentice-Hall do Brasil, 1982.
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Bem-Vindo!
Para você ganhar belíssimo Ano Novo...
Não precisa fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar de arrependimento
pelas besteiras consumadas nem
parvamente acreditar que por decreto
da esperança a partir de Janeiro
as coisas mudem e seja claridade,
recompensa, justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e
gosto de pão matinal, direitos respeitados,
começando pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um ano-novo que mereça
este nome, você, meu caro, tem de
merecê-lo, tem de fazê-lo novo,
Eu sei que não é fácil mas tente,
experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
dorme e espera desde sempre.
Desejo a você meu aluno ou aluna, sucesso na jornada que se inicia e que todos os planos resultem da melhor maneira esperada.
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